quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Foi descoberto o gene da Generosidade!

Pessoas com a variante COMT-Val são mais dadas a actos de bondade




Segundo o investigador, a prova consistiu numa experiência de retenção de dados na qual tinham que aprender uma série de dígitos e depois repeti-los de memória. Posteriormente, cada um dos participantes recebia cinco euros e tinha a possibilidade de doar parte dessa quantidade para um fim caridoso. As doações eram anónimas – apenas o grupo de investigação sabia a quantia dada.

Para o teste de DNA, os cientistas centraram-se no gene chamado COMT, que contém as informações para a criação de uma enzima que desactiva determinadas substâncias no cérebro, entre elas a dopamina. Há já 15 anos que se sabe que existem duas variantes distintas do gene COMT: o COMT val e o COMT met, que estão distribuídos de forma bastante equitativa entre a população humana.

Nas pessoas com a primeira variante, a enzima trabalha de forma quatro vezes mais efectiva, de modo que a dopamina é tornada inactiva de forma muito mais rápida. O estudo da Universidade de Bonn demonstrou que isto tem efeitos no comportamento e as pessoas que participaram no teste e que tinham a variante COMT val doaram o dobro da quantidade daqueles que tinham a variante met.

Ficou provado que esta mini-mutação afecta o comportamento. É a primeira vez que uma investigação empírica mostra que existe de facto uma ligação entre um factor genético determinado e atitudes altruístas, apesar de estudos com gémeos já terem demonstrado que os genes influenciam no comportamento.

O grupo de Bonn concentrou sua análise no gene COMT por saber que a dopamina influencia no comportamento social dos seres humanos. Em conjunto, com outras substâncias, como a vasopressina, tem influência, por exemplo, no comportamento sexual e a disposição para criar vínculos. Além disso, dopamina está positivamente associada às emoções e mesmo a motivação tem uma ligação directa com este neurotransmissor.
in Ciência Hoje

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

O Corpo Humano, como nunca o viu!

No passado dia 4 de Outubro, a turma K do 12ºAno foi à Alfândega do Porto para ver a exposição "O Corpo Humano, como nunca o viu".
Foi uma experiência fantástica, e o facto de serem corpos reais, que nos preocupou um pouco ao início, tornou-se uma coisa perfeitamente normal quando entramos lá.
Tinha tanto para ver e analisar, que demorámos duas horas, mais do que o previsto, mas valeu totalmente a pena.
Ficam aqui umas fotografias, um cheirinho para quem ainda não foi ver (:



Sentar ou Caminhar? Nem pensar!

A bartholinite é caracterizada pela acumulação de fluído purulento numa das glândulas produtoras de muco que se localizam de cada lado da porção terminal da vagina – glândulas de Bartholin; apresenta-se como uma massa (“inchaço”) quente, vermelha e muito dolorosa, de tal modo que o simples acto de caminhar ou estar sentada se torna quase impossível.
Os “banhos de assento” com água quente (35ºC) 4 vezes ao dia geralmente proporcionam algum alívio e podem ajudar a localizar a infecção e mesmo precipitar a drenagem espontânea. Contudo, nem sempre ocorre a resolução do problema, uma vez que o orifício de ruptura espontânea é muito pequeno e fecha rapidamente, pelo que a drenagem não é completa.
Assim, o tratamento que proporciona maior alívio e recuperação mais rápida consiste na drenagem através de uma incisão cirúrgica, que pode ser realizada com anestesia local num consultório médico. Podem ser prescritos antibióticos, mas, geralmente, não são necessários se o abcesso for drenado correctamente.
Pode ser considerado o procedimento de marsupialização em mulheres com abcessos recorrentes. Uma pequena abertura para facilitar a drenagem é cirurgicamente criada.
A probabilidade de uma recuperação completa é bastante alta. Pode haver o desenvolvimento de um quisto do ducto de Bartholin se o fluido purulento do abcesso for "encarcerado" nos tecidos adjacentes. Outras complicações são raras.
A bartholinite pode ser causada não só por agentes causadores de DST's , como gonococo e clamídia mas também por bactérias da flora intestinal, estafilococos e estreptococos (bactérias que não são sexualmente transmissíveis).

Nós Somos Vida!

Nós Somos Vida! É um portefólio digital como meio de avaliação para a disciplina de Biologia, em vez do usual suporte em papel achamos que seria mais interessante fazê-lo em suporte digital.
Este é o meu projecto para todo o ano lectivo, aqui vão estar expostas todas as curiosidades acerca da matéria, resumos, trabalhos, relatórios e tudo o que estiver relacionado com o objectivo deste projecto.