Identificação de caso de transmissão de um alelo autossómico recessivo:
® Os indivíduos de ambos os sexos são igualmente afectados;
® Os indivíduos portadores (heterozigóticos) apresentam um fenótipo normal;
® A maior parte de doentes resulta de pais normais;
® Se os dois progenitores manifestarem a anomalia toda a descendência vai manifestá-la;
® A anomalia pode não se manifestar durante uma ou mais gerações.
Identificação de um caso de transmissão de um alelo autossómico dominante:
® Os indivíduos de ambos os sexos são igualmente afectados;
® Os indivíduos heterozigóticos manifestam a anomalia;
® Quando um dos indivíduos manifesta a anomalia, pelo menos um dos seus progenitores também manifestava;
® A anomalia surge em gerações sucessivas.
Identificação de um caso de transmissão de um alelo recessivo ligado ao cromossoma X:
® Expressa-se com muito maior frequência nos homens;
® As mulheres portadoras não manifestam a característica, mas têm 50% de probabilidade de transmitirem a anomalia à descendência. Admitindo que o progenitor é normal, todas as filhas serão normais, enquanto que os filhos manifestam a anomalia com a mesma probabilidade da transmissão do alelo.
® Os pais que manifestam a característica transmitem o alelo apenas às filhas;
® Uma mulher que manifeste a característica é descendente de um pai afectado e de uma mãe afectada ou portadora.
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