segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Mecanismos de Defesa Especifica
Estes mecanismos são exclusivos do sistema imunitário, o qual reage de modo único e específico a determinados elementos estranhos. Contrariamente aos mecanismos não específicos, são mobilizados lentamente, embora, após activação sejam muito eficientes.
As moléculas estranhas que provocam uma resposta imunitária designam-se por antigénios. Os antigénios unem - se a anticorpos específicos, um para cada um deles. Não são células completas, são apenas fragmentos das moléculas externas (de virús ou de células estranhas como bactérias); podem ainda ser toxinas libertadas por células estranhas.
Os antigénios mais abundantes são os de estrutura proteica. Ligam-se aos anticorpos através de uma região chamada determinante antigénico.
Uma resposta imunitária específica apresenta as seguintes características:
- Especificidade: só actuam as células que são activadas por aquele antigénio que penetrou no organismo, e não outras. Para além disso, essas células apenas actuam sobre antigénios externos.
- Especialização: actuam células ou moléculas que podem atacar esse antigénio e não outras
- Diversidade: A existência de uma grande quantidade de antigénios pressupõe uma grande variedade de receptores antigénicos que desencadeiam a resposta.
- Memória imunológica: capacidade que o sistema imunitário tem para produzir uma resposta rápida, eficaz e duradoura perante um antigénio que lhe seja apresentado pela 2ª vez.
- Regulacão da resposta: o processo termina gradualmente à medida que ocorre a diminuição do antigénio.
Quando os mecanismos de defesa específicos são activados surgem células efectoras da resposta e células de memória, que reconhecem rapidamente o invasor no caso de nova infecção. As respostas imunitárias específicas podem ser de dois tipos: imunidade humoral e Imunidade celular
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Sistema Imunitário - Defesas Não Específicas
Há que agradecer à Sra. Isabel Lopes por este powerpoint elucidativo e bastante sintético (:
Sistema Imunitário - defesa não específica
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domingo, 9 de janeiro de 2011
Síndrome de Turner afecta duas mil mulheres em Portugal
Conclusões do primeiro estudo em Portugal revelam este número
2006-03-01
O trabalho intitula-se Síndrome de Turner revisitado - novos aspectos Clínicos, Citogenéticos e Psicológicos e é assinado por A.Sousa, M.Ávila, A. Leonardo, A. Medeira, I.Cordeiro, MC Santos, M.Nicolau, J. Gonçalves, J Nunes, HG Santos.
O Síndrome de Turner é uma mal formação cromossómica que atinge aproximadamente 1 em cada 2500 recém nascidos. Relacionada com a presença de um cromossoma X anómalo ou ausente, só afecta mulheres. As meninas com este Síndrome são identificadas no nascimento ou antes da puberdade devido às características distintivas: baixa estatura, disgenésia gonadal, pescoço pregueado, tórax largo com mamilos amplamente espaçados e uma frequência elevada de anomalias renais e cardiovasculares.
"Em média nascem cerca de 20 bebés por ano com ST e em Portugal existem cerca de 2000 doentes. O que faz do ST uma doença rara e que não sejam desenvolvidos muitos recursos", afirma a Professora Heloísa dos Santos, Médica no Serviço de Genética Médica do Hospital de Santa Maria e coordenadora do estudo. "Apesar de já ter sido descoberta no início do século passado, existem muito poucos estudos feitos e muitas pessoas desconhecem a patologia, o que faz com que as mulheres afectadas se sintam excluídas da sociedade", acrescenta.
Enquanto doença genética, o ST não tem cura, mas algumas das suas anomalias podem ser minimizadas. A baixa estatura pode ser atenuada através da administração de hormonas de crescimento, e a infertilidade com a terapia com estrogénios e recorrendo a modernas técnicas de reprodução.
A Serono é uma empresa de Biotecnologia que aposta na investigação genética como a chave para compreender patologias que afectam milhões de pessoas. Trabalha com um forte compromisso para a melhoria da qualidade de vida dos doentes através do desenvolvimento de fármacos inovadores, aliança e acordos de colaboração com parceiros em investigação e inovação nos sistemas de administração. As áreas de actuação da Serono são: Dermatologia, Endocrinologia e Metabolismo, Esclerose Múltipla e Medicina da Reprodução.
"Em média nascem cerca de 20 bebés por ano com ST e em Portugal existem cerca de 2000 doentes. O que faz do ST uma doença rara e que não sejam desenvolvidos muitos recursos", afirma a Professora Heloísa dos Santos, Médica no Serviço de Genética Médica do Hospital de Santa Maria e coordenadora do estudo. "Apesar de já ter sido descoberta no início do século passado, existem muito poucos estudos feitos e muitas pessoas desconhecem a patologia, o que faz com que as mulheres afectadas se sintam excluídas da sociedade", acrescenta.
Enquanto doença genética, o ST não tem cura, mas algumas das suas anomalias podem ser minimizadas. A baixa estatura pode ser atenuada através da administração de hormonas de crescimento, e a infertilidade com a terapia com estrogénios e recorrendo a modernas técnicas de reprodução.
A Serono é uma empresa de Biotecnologia que aposta na investigação genética como a chave para compreender patologias que afectam milhões de pessoas. Trabalha com um forte compromisso para a melhoria da qualidade de vida dos doentes através do desenvolvimento de fármacos inovadores, aliança e acordos de colaboração com parceiros em investigação e inovação nos sistemas de administração. As áreas de actuação da Serono são: Dermatologia, Endocrinologia e Metabolismo, Esclerose Múltipla e Medicina da Reprodução.
in Ciência Hoje
sábado, 8 de janeiro de 2011
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